Como lidar com o desemprego e a sua vida financeira?

Segundo  informações divulgadas pelo IBGE¹, através da Pesquisa Nacional por amostra de Domicílio (Pnad), a taxa de desemprego no país foi de 12,5 em 2018.

O fato é que o desemprego faz muitos brasileiros passarem a sentir os efeitos da crise e o descontrole financeiro acaba sendo um dos principais sintomas. As contas chegando, aluguel, despesas de luz e água, supermercado e uma série de outros gastos que batem na porta que, na falta de dinheiro, deixam muitas pessoas desesperadas.

Mas como lidar com o desemprego e a sua situação financeira? Como colocar as contas em ordem e buscar um novo trabalho?

Vamos te dar algumas dicas de como não cair no desespero! Preparado?

Não caia no desespero

Ficar desempregado não pode ser encarado como ‘o fim da linha’ e é preciso manter o autocontrole.

O primeiro passo é não sair fazendo empréstimos e sim um bom diagnóstico financeiro, de forma a conhecer todos os gastos realizados ao longo de um mês.

Coloque tudo na ponto do lápis e separe-os em mais e menos importantes, para que você saiba exatamente para onde vai cada centavo do dinheiro que você tem, afinal de contas, desempregado não tem remuneração. E é por isso que você precisa saber quais são os excessos afim de diminuí-los ou mesmo eliminá-los das suas finanças.

O desemprego deve ser considerado um momento provisório. Por isso, é fundamental manter um rigoroso controle para reduzir ao máximo as despesas e aumentar a duração das reservas até que a situação volte a se normalizar.

Faça uma boa reserva

A base financeira de muitas pessoas que perdem o emprego (caso não seja por justa causa) são as verbas rescisórias, que incluem o pagamento do 13º proporcional, férias, multa sobre o FGTS e a liberação do seguro-desemprego. E quando receber estes recursos é preciso ter controle para saber utilizá-lo até que você encontre uma outra oportunidade.

Como o seguro desemprego dura, no máximo 6 meses, é preciso que neste período você se organize e não se acomode. Devido a isso, você deve procurar uma recolocação no mercado de trabalho o quanto antes.

A dica é reservar o dinheiro da rescisão e utilizar o seguro-desemprego para as necessidades do dia a dia. Então caso a situação se aperte, você terá uma quantia para se manter até  voltar ao mercado de trabalho.

Enxugue o orçamento

Sabe aquele vestido que você gostaria de comprar? Ou aquele carro que tanto quer comprar? Pois é, evite novas dívidas e dos excessos. Gastos desnecessários devem ser cortados até que você consiga um novo emprego, ou sua vida financeira ficará em apuros.

É sempre possível fazer ajustes em algum gasto, principalmente os fixos, seja em itens supérfluos do supermercado ou trocar o carro pelo metro. É preciso revisar as contas e analisar onde é possível eliminar ou mesmo reduzir.

A dica é ajuste suas finanças a sua realidade.

Comece listando os gastos necessários, como luz, água, telefone, aluguel e supermercado. E só a partir daí você poderá conhecer quais são os excessos de cada mês, e que podem facilmente serem reduzidos.

Livre-se das dívidas

Evite novas compras e prestações. No caso de você não conseguir um emprego nos próximos meses, sua situação financeira pode se complicar e você pode não conseguir arcar com elas.

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¹ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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